quinta-feira, 24 de novembro de 2016

CONSUMIDORES DE POÇOS DE CALDAS TERÃO REDUÇÃO NAS TARIFAS DE ENERGIA ELÉTRICA


Os consumidores atendidos pela DME Distribuição S/A (DMED) terão as tarifas reduzidas em 29,13% (vinte e nove vírgula treze por cento), correspondendo ao efeito tarifário médio a ser percebido pelos consumidores/usuários/agentes supridos da distribuidora, e estarão em vigor no período de 22 de novembro de 2016 a 21 de novembro de 2017.

Para os consumidores residenciais, a redução será de 26,30%. Consumidores de baixa tensão pagarão, em média, -26,83%. Já os de alta tensão – em geral indústrias – terão redução nas tarifas de 32,07%.

Os novos percentuais foram aprovados em 22/11/16 durante Reunião Pública da Diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A DMED atende 73 mil unidades consumidoras localizadas no município de Poços de Caldas em Minas Gerais.

Ao calcular o reajuste, conforme estabelecido no contrato de concessão, a ANEEL considera a variação de custos associados à prestação do serviço. O cálculo leva em conta a aquisição e a transmissão de energia elétrica, bem como os encargos setoriais. Os custos típicos da atividade de distribuição, por sua vez, são atualizados com base no IGP-M.

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).

Observa-se que o impacto deste reajuste negativo ocorreu especificamente na chamada Parcela A, que são aqueles custos considerados como “não gerenciáveis” pela Distribuidora.

O custo da chamada Parcela B, considerados “gerenciáveis” pela Distribuidora, estes não tiveram alterações significativas, ou seja, manifestaram-se praticamente estáveis no período de out/15 a nov/16.

Isto vem demonstrar o esforço da DMED em manter custos compatíveis com a mobilidade tarifária, numa prática de redução de despesas que vem ocorrendo desde 2013.

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